"Não é a América contra o EI. São as pessoas desta região contra o EI. O mundo contra o EI. Vamos encabeçar uma ampla coalizão de nações com interesse nesta luta", disse o presidente norte-americano durante seu programa semanal de rádio.
De acordo com Obama, mais de 40 países apresentaram propostas de participação em uma "ampla campanha" contra o EI, com missões aéreas de combate, treinamento, equipamento e ajuda humanitária. "E na próxima semana, nas Nações Unidas, continuarei unindo o mundo contra esta ameaça", afirmou Obama.
Com 35.000 homens, segundo estimativas, o EI proclamou um califado no território que controla entre o Iraque e a Síria, que tem o tamanho do Reino Unido. O grupo de extremistas sunitas, que divulgou imagens da decapitação de dezenas de pessoas - incluindo dois jornalistas americanos e um voluntário britânico sequestrados na Síria - em resposta aos ataques americanos, é acusado pela ONU de crimes contra a humanidade.