O documento indica que as pessoas que forem alvo desses bombardeios têm que representar uma ameaça "iminente" aos americanos, e indica também que essas ações apenas podem ser efetuadas quando o suspeito não puder ser capturado facilmente. "Nem eu nem presidente algum pode prometer a derrota definitiva do terrorismo. O que devemos fazer é desmantelar as redes que representem uma ameaça direta", disse Obama durante um discurso dedicado à estratégia antiterrorista do país.
Obama também insistiu em sua intenção de fechar a prisão militar de Guantánamo, em Cuba, e indicou que nomeará um novo enviado especial para supervisionar a transferências de prisioneiros. Ele pediu que o Pentágono escolha um lugar em solo americano onde serão realizados os julgamentos em tribunais militares de exceção de detentos de Guantánamo que ainda tiverem acusações.