Informações não confirmadas dão conta de que pelo menos dois dos oito funcionários da ONU teriam sido decapitados e alguns oficiais da entidade afirmaram que o número de mortos chegaria a 20. A identidade das vítimas é desconhecida, mas sabe-se que há noruegueses, romenos, suecos e nepaleses.
Segundo o jornal inglês The Guardian, citando a polícia local, quatro das vítimas seriam soldados do Nepal que trabalhavam na ONU como guardas, enquanto os demais seriam diplomatas estrangeiros. Mais cedo, o porta-voz da polícia de Mazar-I-Sharif afirmou que havia talibãs infiltrados no protesto.
Queima do Corão
O ataque ao escritório da entidade aconteceu durante protestos contra o pastor evangélico norte-americano Terry Jones, que queimou um exemplar do Corão em Gainesville, na Flórida. O religioso celebrou um "julgamento" e considerou o livro sagrado dos muçulmanos "culpado" de vários delitos, entre eles, assassinato. Em seguida, executou a condenação: colocou fogo no exemplar.
Com informações da AFP