Obama disse que enviará a secretária de Estado, Hillary Clinton, para Genebra, na Suíça. Ela vai participar do encontro do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que ocorre no fim de semana, e para conversas com chanceleres aliados. "Estas ações violam as regras internacionais e a decência, e devem parar", disse o presidente.
"O sofrimento e o derramamento de sangue são ultrajantes, e isto é inaceitável", criticou Obama. "Como também são as ameaças e as ordens para atirar em manifestantes pacíficos e as punições contra o povo da Líbia. Estas ações violam as leis internacionais, e todos os padrões de decência comum. Esta violência precisa acabar", acrescentou.
Obama garantiu que seus assessores de política externa têm "trabalhado contra o tempo" para preparar uma resposta à violência. E alertou o governo Kadhafi que pondera "diversas opções" para responsabilizar o regime que controla a Líbia. Especialistas alertam para centenas e até milhares de mortes causadas pelo conflito entre manifestantes e militares em meio ao caos que se instala no país.