Obama comentou que demonstra interesse a partir do momento em que a espionagem envolve nações que seriam uma ameaça aos Estados Unidos. "Se são outros países envolvidos, que representam uma ameaça para os Estados Unidos, então não apenas me interesso pela informação, mas também sobre como foi obtida, porque aí sim isto é relevante".
A Casa Branca prometeu conter as atividades de espionagem dos serviços americanos após uma onda de protestos de países europeus e latino-americanos decorrentes das revelações do ex-assessor de Inteligência Edward Snowden.
Segundo documentos vazados por Snowden, a NSA (Agência Nacional de Segurança) "grampeou" o celular da chanceler alemã, Angela Merkel, e comunicações eletrônicas da presidente Dilma Rousseff, entre outros líderes mundiais.