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"Obviamente a situação está evoluindo", comentou Obama em uma entrevista coletiva, em Santiago, ao lado do presidente chileno Sebastián Piñera. "Nosso objetivo inicial era eliminar a defesa anti-aérea líbia para podermos estabelecer de modo efetivo uma zona de exclusão de aviões e que os aparelhos e pilotos da coalizão não sejam ameaçados", explicou.
Obama ressaltou que a Otan é a aliança mais preparada para coordenar as atividade de campo na Líbia, para garantir o envio de provisões e ajuda humanitária. "O segundo ponto da missão é assegurar que possam ser realizados os aspectos humanitários. Prevemos que essa transição seja realizadas em dias, e não semanas", analisou Obama.
"A Otan participará na coordenação pela capacidade extraordinária desta aliança", relatou o presidente. Até agora, os bombardeios a alvos militares controlados por Kadhafi foram decididos pelos altos comandos de cada país da coalizão formada na semana passada. Muitos objetivos foram definidos em reuniões de cúpula, mas as missões foram levadas sem a integração das força envolvidas.
Pelo menos 40 pessoas morreram nesta segunda-feira e mais de 300 ficaram feridas. Eles foram vítimas de disparos das forças leais a Kadhafi, em Misrata, leste de Trípoli. A informação é de um porta-voz dos rebeldes e de uma fonte médica da cidade.