O anúncio foi feito após uma reunião de Obama com os principais líderes do Congresso na Casa Branca. "É algo que os Estados Unidos, como país, devem fazer", defendeu o presidente da Câmara dos Representantes. "Nossos inimigos no mundo devem entender que não vamos tolerar este tipo de comportamento. Também temos aliados no mundo e na região que devem saber que os Estados Unidos estarão presentes quando for necessário", afirmou.
O apoio de Boehner deve dinamizar a campanha iniciada pela Casa Branca para obter apoios e conseguir que o Congresso norte-americano avalie a proposta militar de Obama contra Assad.
Obama surpreendeu no sábado ao anunciar que pedirá autorização do Congresso para efetuar uma ação militar contra Assad, quebrando um costume presidencial de décadas, segundo o qual os presidentes se limitam a informar os congressistas. O Congresso está em recesso até 9 de setembro. A espera pelo aval dos congressistas distancia a perspectiva de uma intervenção militar iminente.