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Obama garante que levará assassinos à Justiça

Presidente homenageou embaixador e funcionários de consulado mortos na Líbia

Manifestante, após o atentado, em frente ao consulado
Manifestante, após o atentado, em frente ao consulado Foto : STR / AFP / CP
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, condenou nesta quarta-feira o ataque "ultrajante" que matou quatro americanos, incluindo o embaixador do país na Líbia, mas destacou que não vai romper os vínculos dos Estados Unidos com a nação africana. "Não se enganem, nós vamos trabalhar com o governo líbio para levar à justiça os assassinos que atacaram nosso povo", afirmou Obama na Casa Branca.

Mais cedo, Obama já havia condenado o ataque e prestado homenagem ao embaixador e aos funcionários do consuldado que morreram. "Eu condeno com firmeza o vergonhoso ataque a nosso consulado em Benghazi, que tirou as vidas de quatro americanos, incluindo o embaixador Chris Stevens", disse em um comunicado divulgado pela Casa Branca. "Neste momento, o povo americano tem as famílias daqueles que perdemos em seus pensamentos e orações", completou.

"Eles exemplificaram o compromisso dos Estados Unidos com a liberdade, justiça e parceria com nações e povos ao redor do planeta, em forte contraste com aqueles que insensivelmente tiraram suas vidas", diz. "Eu ordenei a minha administração que forneça todos os recursos necessários para apoiar a segurança de nossos funcionários da Líbia, e para aumentar a segurança de nossos postos diplomáticos em todo o planeta", destaca Obama.

As manifestações começaram no Egito e na Líbia na terça-feira quando grupos muçulmanos protestaram contra um filme o filme "O Julgamento de Maomé", produzido nos Estados Unidos, no qual, segundo eles, o profeta Maomé, figura sagrada do islã, é ofendido.

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