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Obama pede que acordo sobre dívida seja aprovado rapidamente

Plano para evitar calote dos EUA irá para votação no Congresso

Barack Obama cumprimentou os dirigentes do Senado após acordo sobre dívida
Barack Obama cumprimentou os dirigentes do Senado após acordo sobre dívida Foto : Saul Loeb / AFP / CP
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, cumprimentou os dirigentes do Senado por ter alcançado um acordo sobre a dívida e o orçamento e pediu, nesta quarta-feira, ao Congresso para aprová-lo rapidamente, disse seu porta-voz, Jay Carney. Em coletiva de imprensa diária, o porta-voz disse que Obama espera que os representantes votem para que "os serviços do Estado reabram e a ameaça uma suspensão de pagamentos seja descartada".

Pouco antes, os líderes do Senado americano anunciaram um acordo para evitar uma crise de dívida nos Estados Unidos e reabrir inteiramente o governo federal, um dia antes de o país atingir o limite de endividamento. O plano, anunciado pelo democrata Harry Reid e pelo republicano Mitch McConnell, financiaria as agências federais até 15 de janeiro e estenderia a autorização para o governo tomar empréstimos até 7 de fevereiro.

O senadores democratas e republicanos correram para completar o acordo e colocá-lo em votação rapidamente. Eles esperam que a Câmara também faça uma votação sobre o plano até o fim do dia, o que evitaria uma crise de crédito no Departamento do Tesouro e reabriria o governo, que está parcialmente paralisado há 16 dias. O Tesouro afirmou que a partir de amanhã terá apenas cerca de 30 bilhões de dólares para pagar suas obrigações.

Se todos os 100 senadores concordarem, o plano poderá ir a votação no Senado mais tarde hoje. O senador republicano Ted Cruz, que é um dos principais opositores da lei de reforma da saúde do presidente Barack Obama, afirmou que votará contra o plano, embora não pretenda impedir que seja realizada uma rápida votação sobre o plano no Senado.

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