A OMS desmentiu, assim, os resultados de um estudo publicado por cientistas da Universidade de Hamburgo-Eppendorf e da empresa chinesa de biotecnologia BGI-Senzhen, segundo a qual a cepa era "totalmente nova", embora ambos coincidam em qualificar a bactéria como "supertóxica".
Em pouco mais de duas semanas, o número de pessoas contaminadas pela bactéria E.coli aumentou rapidamente na Alemanha, particularmente na região de Hamburgo e em um ritmo ainda mais acelerado. Dezessete pessoas já morreram no país e há mais de 2.000 infectados pela bactéria. A 18ª morte foi registrada na Suécia.
A doença, cujo período de incubação é de 10 dias, se manifesta por fortes hemorragias no aparelho digestivo e, em casos mais graves, por disfunções renais (Síndrome Hemotílica-urêmica, SHU). A causa da contaminação ainda não foi determinada, uma vez que se descartou a pista dos pepinos espanhóis.