Além disso, a resolução convoca o governo sírio a "implementar visivelmente" todos os compromissos adquiridos no âmbito do plano de paz do enviado especial Kofi Annan, incluindo a retirada de tropas e armamento pesado das principais cidades sírias. Esperava-se que o texto fosse votado na sexta-feira, mas as objeções da Rússia atrasaram o processo.
Segundo o embaixador de Moscou na ONU, Vitaly Churkin, "ocorreram mudanças substanciais para equilibrar (o texto)". Rússia e China vetaram os últimos dois projetos do Conselho de Segurança em relação à crise síria, que já deixou 9 mil mortos, de acordo com a oposição ao regime de Bashar al-Assad.