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Ki-moon manifestou também seu desejo de que melhorassem as relações entre a União Africana (UA) e o Conselho Nacional de Transição (CNT), que representa a rebelião líbia. A UA mantém sua rejeição em reconhecer o CNT, cujos partidários controlam a maior parte do país e da capital, Trípoli, apesar de os combates ainda não terem cessado.
O secretário da ONU dirigiu-se à imprensa após ter participado de uma videoconferência sobre a Líbia junto a representantes da UA, da União Europeia, da Liga Árabe e da Organização da Conferência Islâmica. "Há uma urgente necessidade de colocar fim ao conflito e de reestabelecer a ordem e a estabilidade", afirmou.
Ele admitiu que o número de policiais necessários não tinha sido ainda decidido e que haverá outras discussões a esse respeito durante uma reunião prevista para 1º de setembro em Paris. Nessa ocasião, Ban se reunirá com o chefe do CNT, Mustafah Abdel Jalil. O secretário-geral relatou, ainda, que recomendará ao Conselho de Segurança o envio "urgente" de uma missão da ONU.
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