Adotado anualmente pela Assembleia Geral, o texto manifesta "uma preocupação muito grave" com a "tortura" e as "condições desumanas de prisão, de execuções públicas e de detenções extrajudiciais e arbitrárias" na Coreia do Norte. Minutos antes, o secretário-geral Ban Ki-moon informou por meio de seu porta-voz que a ONU "continuará ajudando o povo norte-coreano" após a morte de Kim Jong-Il.
As Nações Unidas tentaram arrecadar fundos para dar ajuda alimentar à Coreia do Norte, que sofre com a fome. A ONU fez um chamado para arrecadar US$ 218 milhões este ano, mas só conseguiu reunir 20% deste valor.
Kim Jong-Il morreu no sábado de infarto do miocárdio e seu filho Kim Jong-Un foi indicado para sucedê-lo, anunciaram nesta segunda-feira meios de comunicação do fechado regime que possui armas nucleares. O país teria testado hoje o lançamento de um míssil de curto alcance.