"Mais de 250 mil pessoas estão submetidas a um cerco na Síria, regularmente bombardeadas pela artilharia e a aviação. Estão privadas de ajuda humanitária, de alimentos, de cuidados médicos e devem escolher entre a fome a rendição", afirma o documento. "O governo utiliza a técnica do cerco, instrumentalizando as necessidades fundamentais de água, comida, refúgio e cuidados médicos como elementos de sua estratégia", destacam os juristas da comissão da ONU.
ONU denuncia cerco e fome como métodos de guerra na Síria
Estratégias seriam utilizadas pelo regime de Bashar al-Assad
A Comissão de Investigação da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre as violações dos direitos humanos na Síria denunciou nesta quarta-feira o uso dos cercos e da fome como estratégia de guerra pelo regime de Bashar al-Assad, na mais recente atualização do relatório divulgada nesta quarta-feira.
"Mais de 250 mil pessoas estão submetidas a um cerco na Síria, regularmente bombardeadas pela artilharia e a aviação. Estão privadas de ajuda humanitária, de alimentos, de cuidados médicos e devem escolher entre a fome a rendição", afirma o documento. "O governo utiliza a técnica do cerco, instrumentalizando as necessidades fundamentais de água, comida, refúgio e cuidados médicos como elementos de sua estratégia", destacam os juristas da comissão da ONU.
"Mais de 250 mil pessoas estão submetidas a um cerco na Síria, regularmente bombardeadas pela artilharia e a aviação. Estão privadas de ajuda humanitária, de alimentos, de cuidados médicos e devem escolher entre a fome a rendição", afirma o documento. "O governo utiliza a técnica do cerco, instrumentalizando as necessidades fundamentais de água, comida, refúgio e cuidados médicos como elementos de sua estratégia", destacam os juristas da comissão da ONU.