Durante um debate geral no Conselho de Segurança sobre a situação das crianças nos conflitos armados, Ban enfatizou que 40% dos hospitais públicos sírios não funcionam e uma em cada cinco escolas foi destruída ou ocupada por pessoas que foram deslocados de seu lar pelos combates.
A representante especial da ONU, Leila Zerrougui, enfatizou ante o Conselho que as crianças continuam morrendo e sendo feridas sem descanso na Síria, ou são recrutadas pelos combatentes. "Não podemos permitir uma geração perdida na Síria", advertiu.
A ONU identificou oito países nos quais as foças governamentais continuam utilizando crianças, apesar de seis deles (Afeganistão, Chade, Sudão do Sul, Mianmar, Somália e República Democrática dol Congo) já terem assinado um plano de ação com a ONU para eliminar progressivamente esta prática. As negociações continuam com o Sudão e o Iêmen.