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ONU e nações europeias condenam ataques "bárbaros e covardes" na França

Rússia, Alemanha e Reino Unido ofereceram total apoio a Paris

François Hollande, afirmou em novo discurso, já no Bataclan, que vai combater os responsáveis pelo ataque "sem piedade"
François Hollande, afirmou em novo discurso, já no Bataclan, que vai combater os responsáveis pelo ataque "sem piedade" Foto : Miguel Medina/AFP/CP
O secretário-geral das Nações Unidas Ban Ki-moon condenou os ataques em Paris, nesta sexta-feira.
"O secretário-geral condena os desprezíveis ataques terroristas realizados hoje em várias localidades de Paris e arredores", indicou nota oficial sobre os atentados que deixaram ao menos 118 mortos.

"O secretário-geral apresenta suas mais profundas condolências às famílias das vítimas e deseja uma recuperação rápida para os feridos", afirmou o porta-voz, classificando os ataques terroristas de "bárbaros e covardes".

A Rússia também condenou a série de "atentados atrozes" e os "assassinatos desumanos" lançados em Paris. O governo Putin mostrou sua disposição a aportar "toda a sua ajuda na investigação sobre estes crimes terroristas", relatou o Kremlin.

O presidente russo, Vladimir Putin, expressou seus pêsames, assim como o apoio e a solidariedade da Rússia ao presidente francês, François Hollande, e ao povo francês, segundo a agência TASS.

A chanceler alemã, Angela Merkel, se disse "profundamente chocada" pelos ataques. "Nestas horas, meus pensamentos estão com as vítimas, seus familiares e todos os moradores de Paris", declarou Merkel. "O governo alemão está em contato com o governo francês e demonstra a compaixão e a solidariedade do povo alemão".

O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, se pronunciou logo após a confirmação dos ataques. Ele deixou o apoio britânico para todas as necessidades da França.

Os ataques simultâneos no restaurante Petit Cambodge, na área próxima ao Stade de France e no La Bataclan fizeram o presidente François Hollande decretar estado de emergência. Ele pediu reforços militares e anunciou o fechamento das fronteiras.