O secretário-geral das Nações Unidas Ban Ki-moon condenou os ataques em Paris, nesta sexta-feira.
"O secretário-geral condena os desprezíveis ataques terroristas realizados hoje em várias localidades de Paris e arredores", indicou nota oficial sobre os atentados que deixaram ao menos 118 mortos.
"O secretário-geral apresenta suas mais profundas condolências às famílias das vítimas e deseja uma recuperação rápida para os feridos", afirmou o porta-voz, classificando os ataques terroristas de "bárbaros e covardes".
A Rússia também condenou a série de "atentados atrozes" e os "assassinatos desumanos" lançados em Paris. O governo Putin mostrou sua disposição a aportar "toda a sua ajuda na investigação sobre estes crimes terroristas", relatou o Kremlin.
O presidente russo, Vladimir Putin, expressou seus pêsames, assim como o apoio e a solidariedade da Rússia ao presidente francês, François Hollande, e ao povo francês, segundo a agência TASS.
A chanceler alemã, Angela Merkel, se disse "profundamente chocada" pelos ataques. "Nestas horas, meus pensamentos estão com as vítimas, seus familiares e todos os moradores de Paris", declarou Merkel. "O governo alemão está em contato com o governo francês e demonstra a compaixão e a solidariedade do povo alemão".
O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, se pronunciou logo após a confirmação dos ataques. Ele deixou o apoio britânico para todas as necessidades da França.
Os ataques simultâneos no restaurante Petit Cambodge, na área próxima ao Stade de France e no La Bataclan fizeram o presidente François Hollande decretar estado de emergência. Ele pediu reforços militares e anunciou o fechamento das fronteiras.
ONU e nações europeias condenam ataques "bárbaros e covardes" na França
Rússia, Alemanha e Reino Unido ofereceram total apoio a Paris