Colville acrescentou que o Alto Comissariado "apoia plenamente a criação de uma profunda investigação independente sobre as causas do incêndio e para determinar se as condições na prisão contribuíram para as enormes perdas de vidas". O incêndio ocorreu entre a noite de terça-feira e a madrugada de quarta-feira na prisão de Comayagua, no Centro de Honduras, que abrigava mais de 850 pessoas, o dobro de sua capacidade.
ONU pede investigação independente sobre incêndio em prisão de Honduras
Local abrigava o dobro da capacidade de presos
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos pediu, nesta sexta-feira, uma "investigação independente" sobre o incêndio que deixou 355 prisioneiros mortos na prisão superpovoada de Comayagua, em Honduras. "O Alto Comissariado lamenta profundamente a morte de mais de 350 pessoas (...) no trágico incêndio da prisão de Comayagua, em Honduras", declarou em Genebra o porta-voz do organismo, Rupert Colville.
Colville acrescentou que o Alto Comissariado "apoia plenamente a criação de uma profunda investigação independente sobre as causas do incêndio e para determinar se as condições na prisão contribuíram para as enormes perdas de vidas". O incêndio ocorreu entre a noite de terça-feira e a madrugada de quarta-feira na prisão de Comayagua, no Centro de Honduras, que abrigava mais de 850 pessoas, o dobro de sua capacidade.
Colville acrescentou que o Alto Comissariado "apoia plenamente a criação de uma profunda investigação independente sobre as causas do incêndio e para determinar se as condições na prisão contribuíram para as enormes perdas de vidas". O incêndio ocorreu entre a noite de terça-feira e a madrugada de quarta-feira na prisão de Comayagua, no Centro de Honduras, que abrigava mais de 850 pessoas, o dobro de sua capacidade.