"Cerca de 10 mil membros do movimento islâmico são esperados em Amã", declarou Zaki Bani Rsheid, membro do comitê executivo da Frente de Ação Islâmica (FAI), vinculada à Irmandade Muçulmana e principal partido de oposição.
Outros 19 partidos e agrupações convocaram a manifestação ao lado da FAI na capital e em diferentes províncias de reino. "O governo obteve um prazo para executar as reformas, mas claramente hesita e tenta ganhar tempo com palavras", acrescentou Bani Rsheid.
Os islamitas haviam limitado sua participação nas manifestações nas últimas semanas depois de abrir um diálogo com o governo e o rei e obteve a promessa de que colocará as reformas em andamento.
As manifestações começaram na Jordânia em janeiro para protestar contra o aumento do custo de vida. O rei afastou em 1º de fevereiro seu primeiro-ministro para tentar acalmar a população e se comprometeu em realizar reformas gerais depois de uma reunião com os islamitas.