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"Entramos em contato com a Irmandade Muçulmana e a convidados para o diálogo...(mas) eles estão hesitantes", afirmou Suleiman à televisão estatal egípcia. A irmandade é o maior e mais organizado grupo de oposição no Egito, mas foi proibido de atuar como partido político e seus integrantes participam das eleições como independentes.
Os membros da irmandade costumam ser detidos por suas atividades políticas. A participação de seus integrantes em qualquer tipo de diálogo com o governo representaria uma grande mudança na política de Mubarak. As informações são da Dow Jones.
Nesta quinta-feira, homens à paisana jogaram no Nilo os alimentos que seriam entregues a manifestantes contrários ao presidente Hosni Mubarak entrincheirados na praça Tahrir, no Cairo. Os militares usaram tanques e barreiras para fazer o controle de cada pessoa que queira cruzar a ponte Gala, que atravessa um braço do Nilo e dá acesso à margem esquerda do rio até a praça Tahrir, na outra margem, onde milhares de manifestantes protestam há dez dias.
Pelo menos cinco pessoas morreram baleadas nesta manhã na praça Tahrir (liberdade). A batalha campal entre adversários e partidários do presidente do Egito já havia deixado três mortos e centenas de feridos nessa quarta-feira. De acordo com o portal R7, a informação foi confirmada pelo Ministério da Saúde.
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