Rasmussen afirmou que a missão da Otan na Líbia terminará em coordenação com a Organização das Nações Unidas (ONU) e as novas autoridades líbias do Conselho Nacional de Transição (CNT). Foi o comandante da Otan na Europa, o general americano James Stavridis, que recomendou ao Conselho da entidade o fim da operação aérea e marítima iniciada em 31 de março.
A Aliança Atlântica assumiu o controle das operações internacionais na Líbia em 31 de março, sob mandato da ONU, para impor uma zona de exclusão aérea e proteger a população civil da repressão do regime de Kadhafi. Desde o início da missão, coordenada de uma base da Otan perto de Nápoles (Itália), os helicópteros e aviões tripulados e teleguiados da Aliança efetuaram mais de 9,6 mil missões ofensivas e um total de 26 mil sobrevoos.