De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), a repressão do regime alauita, desencadeada em março, já provocou mais de 2.600 mortos. “O exército deve retirar-se das cidades para permitir o início de um diálogo entre o povo e o governo. Não podemos aceitar o prosseguimento da máquina de matar nesse país (Síria)”, disse o ministro, e também chefe do governo do Catar, no encerramento da sessão ordinária do Conselho da Liga.
“A liderança síria deve adotar medidas urgentes para aplicar o acordo obtido durante a visita a Damasco de Nabil al Arabi, secretário-geral da Liga Árabe”, disse o xeque Hamad.