Esta comissão, criada através de um documento escrito de próprio punho, se inscreve em uma ampla reforma da Cúria e das estruturas centrais da Igreja, sacudida nos últimos anos pelos escândalos. A comissão começará a trabalhar no início de agosto e apresentará suas propostas pessoalmente a Francisco.
O Papa Francisco, que chega ao Brasil na próxima semana para participar da Jornada Mundial da Juventude, terá uma agenda intensa e inúmeros encontros públicos. Apesar disso, o Vaticano assegurou nessa quarta-feira que não há preocupação quanto a possíveis manifestações hostis e à sua segurança.
"Nós iremos ao Brasil confiantes na capacidade das autoridades de gerir a situação. Sabemos que as manifestações não são direcionadas ao Papa e à Igreja", explicou Lombardi.