O bispo Livieres foi publicamente atacado por colegas no Paraguai por promover e defender um padre argentino que tinha sido acusado de abuso sexual. "Esta grave decisão da Santa Igreja foi tomada por sérias razões pastorais e motivada pelo bem maior da unidade da Igreja em Ciudad del Este e na comunidade episcopal do Paraguai", diz o comunicado.
O padre argentino Carlos Urrotigoity era o número dois de Livieres na diocese, apesar de ter sido acusado de molestar menores quando estava numa paróquia na Pensilvânia, nos Estados Unidos. A diocese norte-americana onde trabalhava considerou publicamente que ele era "uma ameaça séria para os jovens".