Após dois meses de existência, foi fechada com 2,5 milhões de seguidores em 28 de fevereiro, dia da renúncia do papa, e permaneceu desta forma durante toda o período de "trono vacante". Em 19 de março, pouco antes de sua reativação com a eleição de Francisco em 13 de março, a conta já havia atingido 4 milhões de seguidores.
Os tuítes enviados pelo papa são mensagens religiosas, exortações e nunca sobre a vida cotidiana. O mais recente postado pelo papa foi: "Deus ama a todos. Não devemos ter medo de amá-lo". Até agora, em três semanas, foram dez tuítes.
O Vaticano fortaleceu nos últimos meses a sua presença em redes sociais como o Facebook e o YouTube para atingir um público mais jovem e amplo. O Vaticano explicou que os tuítes são aprovados pelo papa, mesmo quando não são escritos por ele diretamente. Eles são enviados de um único computador para evitar vazamento.
Mesmo com 5 milhões de seguidores, o papa continua muito atrás de cantores como Justin Bieber (37 milhões) e Lady Gaga (35 milhões). Além do papa, vários cardeais estão presentes no Twitter, como o cardeal Gianfranco Ravasi, o muito dinâmico "ministro" da Cultura da Santa Sé.