O Paquistão condenou nesta quinta-feira as charges do profeta Maomé difundidas na rede social Facebook, que, para Islamabad, constituem um insulto aos muçulmanos de todo o mundo. "Nós condenamos energicamente a publicação. Feriu os sentimentos dos muçulmanos de todo o mundo", disse o porta-voz do ministério paquistanês das Relações Exteriores, Abdul Basit.
"Atos semelhantes não ajudam a promover a harmonia entre as religiões no mundo. Fomos contrários a tais atos no passado e continuaremos nos opondo e protestando no futuro", afirmou. A Autoridade de Telecomunicações do Paquistão bloqueou o acesso ao Facebook na quarta-feira e ao YouTube nesta quinta-feira, depois que um usuário da rede social pediu aos internautas que enviassem charges de Maomé. O islã proíbe estritamente as representações dos profetas, que são consideradas atos de blasfêmia.
Paquistão protesta contra o Facebook
País condena charge sobre o profeta Maomé na rede social