Funcionários informaram que 10 militantes foram mortos, além de outros onze civis e membros de força de segurança. Entre os mortos estão três membros das Forças de Segurança do Aeroporto (ASF) e dois funcionários da companhia Pakistan International Airlines, segundo um oficial de Inteligência e a doutora Seemi Khamali, que dirige o principal centro médico da cidade, o Jinnah Hospital.
O oficial de Inteligência, que pediu para ter a identidade preservada, disse que o ataque envolveu mais de doze homens, fortemente armados com fuzis de assalto e explosivos. Ao menos um suicida teria detonado explosivos que levava no próprio corpo. Duas fortes explosões sacudiram o aeroporto em meio ao ataque.
Asim Saleem Bajwa revelou que "todos os passageiros foram evacuados" e o funcionário da autoridade de aviação civil, Abid Qaimkhani, relatou a suspensão de todos os voos. Um oficial do Exército, que se identificou como coronel Nayer, disse que "entre quatro e cinco terroristas conseguiram chegar às pistas do aeroporto". Estavam "fortemente armados, com muita munição e granadas".
Segundo as primeiras informações, os agressores entraram no Aeroporto Internacional Jinnah por ao menos dois pontos, cortando uma grade que protegia o antigo terminal, que não é mais utilizado pelos passageiros mas ainda abriga escritórios, hangares e oficinas. A ação ainda não foi reivindicada, mas ataques precedentes contra instalações vitais no Paquistão foram atribuídos aos talibãs.