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"Nós devemos nos manter vigilantes e resolutos", disse Panetta, que coordenou a operação que matou Bin Laden, em um comunicado. "Mas nós desfechamos um golpe terrível no inimigo", comemorou, falando em um "momento de alegria" e em "uma vitória histórica".
"O único chefe que (os terroristas) tiveram, cuja visão cheia de ódio guiou seus atos atrozes, já não existe. Aquele que era supostamente inalcançável, foi preso e morto. E não descansaremos até que o último destes terroristas seja levado à justiça".
Na semana passada, Panetta foi nomeado por Obama para a secretaria da Defesa, substituindo Robert Gates a partir de julho. Desde o anúncio da morte de Bin Laden, o presidente americano advertiu a população de que os terroristas tentarão vingar a morte de Bin Laden. O departamento de Estado, por sua vez, pediu aos americanos no exterior que tenham prudência.
Talibãs paquistaneses prometem vingança
Nesta segunda, os talibãs paquistaneses, aliados à Al-Qaeda, prometeram vingar a morte do líder do grupo, Osama Bin Laden, que morreu em uma operação americana. Eles ameaçam atacar alvos dos Estados Unidos e do governo paquistanês.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou na madrugada desta segunda a morte de Bin Laden. Outras quatro pessoas, três homens e uma mulher, também teriam morrido na operação. Uma das vítimas seria um filho de Bin Laden.