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Pelo menos 38 morrem após atentados em Moscou

Primeiro-ministro israelense e secretário-geral da ONU condenaram ato terrorista

Trabalhadores russos entram em uma passagem subterrânea de pedestres para chegar à estação de metro perto da Lubyanka Securtiy Federal Serviços
Trabalhadores russos entram em uma passagem subterrânea de pedestres para chegar à estação de metro perto da Lubyanka Securtiy Federal Serviços Foto : Alexey Sazonov / AFP
Pelo menos 38 pessoas morreram vítimas de dois atentados na manhã desta segunda-feira em estações de metrô em Moscou, na Rússia. Segundo a polícia, duas mulheres suicidas acionaram os explosivos que traziam consigo em estações lotadas em uma hora de pico.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, condenou "o terrorismo que ameaça a humanidade inteira" após o duplo atentado. "Condenamos esses ataques terroristas que, mais uma vez, causaram um terrível sofrimento em civis inocentes", indicou Netanyahu em um comunicado.

"Estamos unidos na luta contra o terrorismo que ameaça a humanidade inteira", acrescentou o chefe do governo, que escreveu ao presidente Dmitri Medvedev e ao primeiro-ministro Vladimir Putin, ressaltando que Israel também é alvo do terrorismo.

ONU

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, também criticou os atentados suicidas. "O secretário-geral condena energicamente os dois atentados a bomba praticados no metrô de Moscou esta manhã, causando a trágica perda de muitas vidas inocentes e ferindo outras pessoas", indicou a ONU em um comunicado.

Ban Ki-Moon manifestou a sua confiança de que as autoridades russas levem à justiça "os responsáveis por estes odiosos ataques terroristas".