Sete mortes ocorreram no Paquistão, cinco no Iraque, onde os ataques continuaram apesar da retirada dos EUA do país e Líbia, onde a revolta popular contra Muamar Kadafi levou à guerra na região. "Dezessete jornalistas morreram em situações perigosas de trabalho, muitas delas enquanto faziam cobertura de confrontos violentos entre autoridades e manifestantes durante as revoltas no mundo árabe", informou o relatório.
Fotojornalistas e operadores de câmeras responderam por 40% das fatalidades, mais de duas vezes a proporção de jornalistas mortos registrados pelo CPJ desde que o relatório começou a ser feito em 1992.
O grupo também informou um aumento no número de mortes entre jornalistas de internet, que "raramente apareciam relatório do CPJ antes de 2008".
O CPJ informou ainda que continua investigando outras 35 mortes ocorridas em 2011 e que podem ter relação com o trabalho. O grupo informou que em 2010 44 jornalistas foram mortos. As informações são da Dow Jones.