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Depois da habitual oração de sexta-feira dos muçulmanos, os manifestantes saíram da mesquita e começaram a lançar pedras contra as forças de segurança, que responderam com tiros de munição real. Testemunhas em Daraa, um dos principais focos da dissidência, disseram que milhares de fiéis reuniram-se no tribunal localizado no Sudeste da cidade depois de sair das mesquitas.
O presidente Assad não levantou o estado de emergência, em vigor há 50 anos, em seu primeiro discurso à nação desde que as manifestações, exigindo mais liberdades, começaram, em 15 de março. Em vez disso, ele disse que havia uma "conspiração" minando a unidade na Síria, culpando os "inimigos" na nação por tirar vantagens das necessidades da população para incitar divisões no país.