O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, anunciou que esta terça-feira (10) marcará a onda de ataques mais intensa contra o Irã desde o início do conflito. Em coletiva no Pentágono, Hegseth confirmou que os bombardeios foram escalonados para atingir o nível máximo de destruição interna.
Paralelamente, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que a ofensiva está "quebrando os ossos" do poder em Teerã, mas alertou que a campanha militar ainda está longe do fim.
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Explosões em Teerã e Doha
Fortes explosões sacudiram o centro de Teerã nesta manhã, com o exército de Israel confirmando uma nova "onda de bombardeios" contra alvos estratégicos na capital iraniana. O conflito também se expandiu para o Catar, onde jornalistas da AFP relataram detonações em Doha.
O governo catari denunciou a interceptação de um míssil iraniano e criticou os ataques à infraestrutura civil, pedindo que a população permaneça em abrigos. A expansão das hostilidades para o Catar sinaliza a intenção de Teerã de punir aliados regionais de Washington.
Troca de ameaças: Trump vs. Larijani
No campo diplomático, o clima é de hostilidade direta. O chefe do Conselho Superior de Segurança do Irã, Ali Larijani, respondeu às promessas de Donald Trump de atacar Teerã "de maneira muito dura" caso o Estreito de Ormuz seja bloqueado.
Em uma publicação na rede social X, Larijani classificou as falas de Trump como "ameaças vazias" e disparou um aviso pessoal ao presidente americano: "Cuidado para você não ser eliminado!".