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Vinhas afirma que a concentração de material radioativo ficou apenas no Hemisfério Norte, quando foram lançadas as bombas de Hiroshima e Nagasaki, na 2ª Guerra Mundial, no Japão.
O técnico disse que as informações obtidas com órgãos oficiais, até o momento, indicam a impossibilidade de mais um Caso Chernobyl - lembrando o desastre na usina construída pela antiga União Soviética na Ucrânia. Em 1986, explodiu um reator da unidade. Milhares de pessoas morreram em consequência da radiação.
Em entrevista ao programa Jornal de Sábado, da Rádio Guaíba, o diretor contou que o Japão tem 54 reatores, 28 deles na região atingida pelo terremoto de sexta-feira.