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Às 9h36min (de Brasília), o contrato do WTI para abril negociado na Nymex eletrônica subia 0,78% para US$ 96,15 o barril. A companhia espanhola Repsol YPF e a alemã Wintershall estão entre as várias empresas de petróleo estrangeiras que confirmaram o fechamento da produção no país. Somente as duas deixaram de produzir até 300 mil barris de petróleo ao dia, cerca de 20% do total da produção líbia. Outras, como a italiana Eni e a francesa Total disseram que sua produção pode ser afetada pela turbulência civil.
Os portos da Líbia estão fechados. Assim, o mercado de petróleo está prestes a perder a maior parte de toda a exportação diária de 1,3 milhão de barris da Líbia, muito dele de alta qualidade, o que dificulta a reposição. "O risco das interrupções no fornecimento já ficou claro", disse o diretor de derivativos de varejo do London Capital Group, Glen Ward.
A Arábia Saudita, maior produtor da Opep, disse ontem que a organização poderia elevar a produção para cobrir o déficit de produção da Líbia. Embora a Arábia Saudita seja capaz de sozinha substituir a produção líbia, os investidores teme que os protestos se alastrem para outros países produtores de petróleo, como Argélia e Irã.
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