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Petrobras pode sair do Equador por falta de acordo

Empresa brasileira extrai diariamente 20 mil barris de petróleo do país

O presidente do Equador, Rafael Correa, disse neste sábado que algumas petroleiras deixarão suas operações no Equador por não terem chegado a um acordo com o governo na renegociação de seus contratos, embora haja uma concordância com a maioria das empresas. Conforme a imprensa local, a Petrobras está de saída do país , que extrai diariamente 20 mil barris de petróleo.

"Conseguimos concretizar o acordo com a maioria das companhias, sairão duas empresas, que pena", revelou o presidente em seu informe semanal sem identificar as empresas. Elas têm até quarta-feira para assinar novos convênios.

Correa indicou que as empresas com as quais a negociação fracassar poderão demandar o Equador ante o Centro Internacional para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos (CIADI), subordinado ao Banco Mundial. "Veremos o que o CIADI decide, sabemos que sempre está a favor das companhias, mas nos defenderemos com tudo", prometeu o presidente, advertindo que uma disputa judicial "é o pior dos mundos para as companhias e para o Estado", razão pela qual acredita em "um acordo amigável".

"Na terça-feira, a negociação terá acabado, serão assinados os contratos com a grande maioria das empresas que aceitaram os novos contratos, e talvez com duas empresas que querem sair do país será dada por terminada a concessão e elas irão embora", disse.

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