"Conseguimos concretizar o acordo com a maioria das companhias, sairão duas empresas, que pena", revelou o presidente em seu informe semanal sem identificar as empresas. Elas têm até quarta-feira para assinar novos convênios.
Correa indicou que as empresas com as quais a negociação fracassar poderão demandar o Equador ante o Centro Internacional para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos (CIADI), subordinado ao Banco Mundial. "Veremos o que o CIADI decide, sabemos que sempre está a favor das companhias, mas nos defenderemos com tudo", prometeu o presidente, advertindo que uma disputa judicial "é o pior dos mundos para as companhias e para o Estado", razão pela qual acredita em "um acordo amigável".
"Na terça-feira, a negociação terá acabado, serão assinados os contratos com a grande maioria das empresas que aceitaram os novos contratos, e talvez com duas empresas que querem sair do país será dada por terminada a concessão e elas irão embora", disse.