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Polícia de Nova Iorque reforça segurança nos cinemas que exibem "Batman" após tiroteio

Jovem abriu fogo e matou pelo menos 12 pessoas na estreia do filme no Colorado

Shopping no Colorado onde atirador abriu fogo em sala de cinema matando 12 pessoas
Shopping no Colorado onde atirador abriu fogo em sala de cinema matando 12 pessoas Foto : Thomas Cooper / Getty Images / AFP / CP
A polícia de Nova Iorque decidiu reforçar a segurança nos cinemas da cidade onde está sendo exibido o filme  "Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge", após o tiroteio que deixou ao menos 12 mortos na estreia do filme em Denver, no estado americano do Colorado. "Após o atroz tiroteio no Colorado, o Departamento de Polícia de Nova Iorque está fornecendo cobertura aos cinemas que exibem o filme nos cinco distritos da cidade", disse o chefe da polícia, Raymond Kelly, em um comunicado oficial.

A medida foi tomada "como precaução contra imitadores e para melhorar os níveis de conforto das pessoas que querem ir ao cinema", explicou Kelly. Alé das mortes, outras 38 pessoas ficaram feridas na madrugada desta sexta-feira depois que um jovem abriu fogo em uma sala de cinema lotada que exibia o novo filme do Batman.

James Holmes, de 24 anos, suspeito da autoria dos disparos, foi preso no estacionamento do shopping onde fica o cinema. Ele usava um colete à prova de balas e estava armado com um rifle e duas pistolas. Segundo informações preliminares do FBI, Holmes não teria conexões com o terrorismo.

O ataque começou no meio de uma cena de ação, o que gerou grande confusão e pânico geral entre os espectadores, como descrito por testemunhas à imprensa local. Depois da tragédia, o prefeito de Nova Iorque, Michael Bloomberg, exigiu do presidente Barack Obama e do concorrente ao cargo Mitt Romney uma resposta rápida ao problema das armas nos Estados Unidos. "Talvez seja a hora das duas pessoas que querem ser presidente dos Estados Unidos nos dizer o que fazer sobre isso, porque, obviamente, é um problema em todo o país", disse Bloomberg à rádio WOR.

Barack Obama afirmou que o tiroteio "sem sentido" faz lembrar "o que nos une como americanos", apelando para "um dia de oração e reflexão".

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