A informação de que o reconhecimento apontava para as duas mulheres foi publicada pelo jornal espanhol El País. A principal hipótese é de que se trate de Itatxe. Aos 38 anos, a militante teria chegado à cúpula da organização após a série de prisões de líderes realizada pelas polícias da Espanha e da França nos últimos cinco anos.
Ela participa das atividades do ETA desde os anos 90 e estaria envolvida em pelo menos três atentados com mortes, realizados entre 1994 e 1996. Itatxe, que oficialmente era porta-voz da Gestoras Proamnistia, organização não governamental que defende os presos do ETA, chegou a ser detida em 2001, mas foi libertada pela Justiça espanhola, antes de ser presa novamente na França, onde permaneceu três anos na prisão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.