Apenas Dulci teria as despesas pagas pelo Instituto Lula. Dirceu disse ter compromissos profissionais como advogado em Paris, enquanto Bastos passa férias na capital francesa. A homenagem da Sciences-Po será feita em nome do avanço do Brasil como potência internacional durante a gestão de Lula. A explicação foi dada na última semana por Richard Descoings, diretor do instituto. "Em 20 ou 30 anos, a história vai reter um período no qual o Brasil se transformou em uma potência internacional", afirmou o cientista político.
Políticos acompanham homenagem a Lula em Paris
Ex-presidente receberá título de doutor honoris causa do Instituto de Ciências Políticas
Pelo menos três ex-ministros de Estado e uma série de assessores estarão presentes, nesta terça-feira, na cerimônia em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberá o título de doutor honoris causa do Instituto de Estudos Políticos (Sciences-Po), de Paris. Além do ex-chefe de Estado, estão na capital francesa José Dirceu, Luiz Dulci e Márcio Thomaz Bastos.
Apenas Dulci teria as despesas pagas pelo Instituto Lula. Dirceu disse ter compromissos profissionais como advogado em Paris, enquanto Bastos passa férias na capital francesa. A homenagem da Sciences-Po será feita em nome do avanço do Brasil como potência internacional durante a gestão de Lula. A explicação foi dada na última semana por Richard Descoings, diretor do instituto. "Em 20 ou 30 anos, a história vai reter um período no qual o Brasil se transformou em uma potência internacional", afirmou o cientista político.
Apenas Dulci teria as despesas pagas pelo Instituto Lula. Dirceu disse ter compromissos profissionais como advogado em Paris, enquanto Bastos passa férias na capital francesa. A homenagem da Sciences-Po será feita em nome do avanço do Brasil como potência internacional durante a gestão de Lula. A explicação foi dada na última semana por Richard Descoings, diretor do instituto. "Em 20 ou 30 anos, a história vai reter um período no qual o Brasil se transformou em uma potência internacional", afirmou o cientista político.