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A mídia norte-americana especializada em política também divulgou que o republicano Justin Amash, de Michigan, da Câmara dos Representantes, teria sido o primeiro político do partido na Casa a considerar o impeachment de Trump, caso as alegações de que ele pressionou o então diretor do FBI, James Comey, a encerrar uma investigação sobre o ex-assessor de segurança nacional, Michael Flynn, forem verdadeiras. "Se as informações se confirmarem, eu apoiaria um impeachment, mas todos neste país têm o direito a um julgamento justo", afirmou Amash.
No fim da tarde de segunda-feira, a imprensa dos EUA trouxe a informação de que Trump teria tentado pressionar Comey a interromper as investigações sobre Flynn, que teria ligações com a Rússia, citando um memorando escrito pelo próprio Comey. A Casa Branca nega a história. Soma-se à isso as notícias de que Trump compartilhou informações confidenciais durante encontro com autoridades russas na Casa Branca, na semana passada.
No fim da tarde de segunda-feira, a imprensa dos EUA trouxe a informação de que Trump teria tentado pressionar Comey a interromper as investigações sobre Flynn, que teria ligações com a Rússia, citando um memorando escrito pelo próprio Comey. A Casa Branca nega a história. Soma-se à isso as notícias de que Trump compartilhou informações confidenciais durante encontro com autoridades russas na Casa Branca, na semana passada.