De acordo com o ministério, a decisão foi tomada em decorrência dos “acontecimentos dos últimos dias, especialmente o massacre em Houla”, em que 108 pessoas foram mortas à queima-roupa, inclusive crianças. O governo português também condenou o desrespeito ao plano de paz negociado pelo emissário das Nações Unidas e da Liga Árabe na Síria, Kofi Annan.
A embaixadora Lamia Chakkour responde pela França e por Portugal, além de desempenhar funções na Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). A expulsão dela da França ocorreu há dois dias. O governo do Brasil informou que não pretende expulsar os diplomatas sírios acreditados no país.