Segundo o jornal The Sun, que tem como título "Harry de volta à guerra", a rainha Elizabeth II – avó do príncipe – e comandantes das Forças Armadas aprovaram um possível futuro envio do príncipe, que deve completar a formação de combate em 2012, depois de ter recebido a licença de piloto de Apaches e a patente de capitão.
No entanto, a decisão final – que será mantida em sigilo – só deve ser tomada no início de 2012. O ministério britânico da Defesa se recusou a comentar a informação, também publicada nos jornais Daily Mirror e Times, mas o príncipe, 26 anos, já expressou em várias ocasiões o desejo de voltar a servir no Afeganistão, após uma primeira experiência interrompida em 2007.
O filho mais novo do príncipe Charles passou 10 semanas como controlador de caça-bombardeiros na conturbada província de Helmand. Ele foi retirado do país quando a imprensa divulgou sua presença. Isso provocou o temor de que se transformasse em alvo dos talibãs.
A Clarence House, que trata dos assuntos do príncipe Charles e de seus filhos, também não se pronunciou sobre a missão, que chamou de "hipotética".