O tiroteio ocorreu por volta das 9h (horário local). Revoltado por ter sido despedido, Jeffrey Johnson, de 53 anos, ex-funcionário de uma loja de roupas femininas de Manhattan, atirou contra um colega de trabalho, que morreu no local. A polícia chegou ao local e revidou os disparos, atingindo o atirador. O confronto deixou saldo de dois mortos e nove feridos. A outra vítima foi baleada na cabeça e não teve a identidade revelada. O senador Malcolm Smith informou à imprensa que trata-se do ex-gerente de Johnson.
O chefe da polícia local, Ray Kelly, informou que o homem usou uma arma calibre .45 para o ataque. Após os disparos, o atirador escondeu o revólver em uma bolsa e tentou fugir, mas se deparou com dois policiais. O porta-voz do FBI, J. Peter Donald, enfatizou que o tiroteio não tem conexão com um ato terrorista. A Casa Branca comunicou que o presidente Barack Obama acompanhou a situação. "O presidente foi colocado a par do tiroteio por seu conselheiro de segurança doméstica, John Brennan", informou um porta-voz da presidência.
O Empire State Building é um dos ícones da cidade, junto com a Estátua da Liberdade e a Ponte do Brooklyn. Com o desabamento das Torres Gêmeas nos atentados de 11 de setembro de 2001, voltou a ser o prédio mais alto de Nova Iorque.
Este é o segundo tiroteio com vítimas ocorrido em pouco mais de um mês nos Estados Unidos. No dia 5 deste mês, sete pessoas foram mortas, incluindo o atirador, um ex-militar americano, em um ataque a um templo sikh de Milwaukee, Wisconsin, nos Estados Unidos. Em 20 de julho, um atirador abriu fogo contra a plateia de um cinema na estreia do filme do Batman, em Aurora, no estado do Colorado. Doze pessoas morrerem e mais de 30 ficaram feridas. O autor do crime foi preso.