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Stoltenberg destacou seu compromisso com a abertura e defendeu a liberdade de pensamento, mesmo se isso incluir visões extremistas como as do homem que confessou os ataques com pelo menos 76 mortos. "Nós queremos ser muito claros para distinguir entre visões e opiniões extremas, que são completamente legais e legítimas. O que não é legítimo é tentar implementar essas visões extremas usando a violência”, disse.
"Eu acho que o que vemos é que haverá uma Noruega antes e um Noruega posterior ao 22 de julho", seguiu. "Mas eu espero e também acredito que a Noruega que teremos depois será uma sociedade mais aberta e tolerante do que tínhamos antes."
O governo da Dinamarca informou hoje que uma dinamarquesa de 43 anos, Hanne Balch Fjalestad, morreu no ataque realizado na ilha de Utoya, o que faz dela a primeira vítima estrangeira confirmada. Ela trabalhava como atendente de primeiros socorros durante o acampamento do Partido Trabalhista. Hanne deixa quatro filhos, dentre eles Anna, de 20 anos, que sobreviveu ao massacre.
Anders Behring Breivik confessou a autoria dos ataques, dizendo que foram uma tentativa de salvar o Ocidente da colonização muçulmana.