Saleh prometeu um referendo até o fim do ano sobre uma nova Constituição que estabeleça claramente a separação de poderes. O chefe de Estado também se comprometeu a "seguir protegendo" os manifestantes, sejam partidários ou adversários do regime, depois da morte de 30 pessoas nas últimas semanas, segundo a Anistia Internacional.
A oposição iemenita exige a renúncia de Saleh, cujo regime é questionado desde janeiro por protestos nas cidades de Sanaa, Taez e Aden.