Os mais fortes aliados de Saleh, os governos da Arábia Saudita e dos Estados Unidos, também vinham pressionando para que ele renunciasse. Em junho, Ali Abdullah Saleh foi ferido por um ataque à bomba atribuído a rebeldes oposicionistas e levado para um hospital na Arábia Saudita.
Desde o início deste ano, uma série de protestos tem tomado países como a Líbia, a Tunísia, a Síria, o Iêmen e o Egito. Algumas dessas manifestações levaram à queda de líderes como Hosni Mubarak (Egito) e Zine El Abidine Ben Ali (Tunísia) – que se perpetuavam há décadas no poder.