"Isto nos permite confiar na iniciativa de paz", disse, em referência ao "protocolo" de cessar-fogo assinado na sexta-feira
entre Kiev e os rebeldes pró-Rússia para acabar com cinco meses de conflito, que provocou 2,6 mil mortes.
A Otan pediu no mês passado a Moscou o fim das "ações militares ilegais" na Ucrânia, depois de afirmar que mil soldados russos combatiam em território ucraniano e que 20.000 estavam posicionados ao longo da fronteira. A Rússia nega ter enviado tropas à Ucrânia.