A prisão foi realizada em um terceiro apartamento do criminoso, cuja existência não era conhecida pela imprensa, informou o procurador Tibor Ibolya em uma coletiva. Csatary, cujo nome completo é Laszlo Csizsik-Csatary, foi interrogado por um juiz com base em uma eventual acusação por "crimes de guerra", indicou o procurador.
"Ele nega ser culpado de crimes pelos quais é acusado", afirmou o promotor. "Um de seus argumentos em sua defesa é que ele estava obedecendo ordens", disse.
"Diante da gravidade dos incidentes, mas também pela necessidade de respeitar a presunção de inocência e devido a sua idade, para velar por sua saúde, o juiz pode, em um primeiro momento, autorizá-lo a ir para casa. Nesse caso, a polícia confiscaria seu passaporte", acrescentou Ibolya.