Os policiais, em conjunto com o Serviço de Segurança Diplomática (DSS) da representação norte-americana, investigavam o esquema havia 60 dias. Quem produzia a documentação era o comerciante Mario Vieira Laselva, de 44 anos. Ele criava informes de rendimentos, declarações de Imposto de Renda, holerites, estratos bancários e outros documentos para serem apresentados durante a entrevista no consulado. As informações ajudavam na obtenção do visto pelo turista.
Cada kit custava mil dólares, aproximadamente R$ 1,7 mil. Mario encontrava os interessados em Indaiatuba, no interior paulista, e os acompanhava até a porta da representação diplomática. O esquema foi detectado pelo DSS, que acionou os policiais. Laselva foi autuado por falsificação de documento.