Cameron também anunciou no Parlamento que as companhias aéreas terão que fornecer mais detalhes sobre os passageiros, sob o risco de não poder pousar, e que os suspeitos de jihadismo que vivem no Reino Unido enfrentarão restrições a sua liberdade.
Na última sexta-feira, Cameron disse que o Estado Islâmico é a maior ameaça já enfrentada pelo Reino Unido, pouco depois de elevar o grau de ameaça terrorista de "substancial" a "severo". "A brutalidade do Estado Islâmico na Síria e no Iraque é uma ameaça direta ao Reino Unido", sustentou. "Poderíamos acabar enfrentando um Estado terrorista na margem do Mediterrâneo e fronteiriço com um membro da Otan (Turquia)", afirmou Cameron.
O primeiro-ministro estimou em 500 os britânicos que viajaram para Iraque e Síria para combater nas fileiras jihadistas e voltou a expressar seu temor de que queiram continuar com sua luta ao voltar para casa.