A possibilidade de uma ofensiva dos Estados Unidos na Síria foi anunciada após um letal ataque com armas químicas atribuído ao regime sírio em 21 de agosto, perto de Damasco. O governo norte-americano ganhou até o apoio do Reino Unido, mas houve resistência de vários países, inclusive do Brasil.
O regime de Bashar Al Assad entregou anteriormente um inventário com os locais de armazenamento e produção de armas químicas, que foram visitados pelos peritos da missão conjunta das Nações Unidas (ONU) e da Opaq.