"O promotor ordenou o início dos procedimentos de apelação", informaram os serviços da promotoria. Mubarak foi condenado à prisão perpétua, sendo que a promotoria havia pedido pena de morte. A mesma sentença foi recebida por seu ministro do Interior, Habib el Adli, mas seis antigos chefes de sua polícia foram absolvidos.
A fonte não precisou se o recurso será aplicado unicamente às absolvições ou também ao resto das sentenças. Todos os acusados foram processados pela sangrenta repressão realizada durante a revolta contra o regime no início de 2011, que oficialmente deixou 850 mortos.
Os dois filhos de Mubarak, Alaa e Gamal, acusados de corrupção, não foram condenados porque o tribunal estimou que acusações foram prescritas.